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Com 100 metros quadrados, a unidade está localizada em Vila Nova de Gaia, no Porto, e conta com uma equipe de cinco funcionários, entre os quais, uma nutricionista. Cerca de 60% dos produtos serão importados do Brasil e os demais, provenientes de Portugal e de outros países da Comunidade Européia e das Américas. Na loja do Porto, serão disponibilizadas todas as categorias de produtos vendidos nas lojas do Brasil, desde alimentos (diet, light, orgânicos, sem glúten e sem lactose), suplementos para atletas e fitoterápicos, até livros, CDs de relaxamento e meditação, incensos, cosméticos naturais, presentes conscientes e outros produtos voltados para o bem-estar e a qualidade de vida. A previsão é de crescimento anual de 35% no faturamento, que inicialmente deverá ficar entre 300 mil e 500 mil euros. O master franqueado é o luso-brasileiro José Manoel Rodrigues Ferreira, que já atuou na área de tecnologia e saúde no Brasil e de importações e exportações em Portugal. Ferreira, que também será o responsável pela distribuição dos produtos e divulgação da marca em Portugal, aposta no sucesso do Mundo Verde entre os consumidores portugueses. “A busca da saúde do corpo e da mente, associada à valorização do consumo consciente e sustentável, são tendências mundiais. Em Portugal estes conceitos cresceram acima da média mundial nos últimos dez anos”, justifica Ferreira. O franqueado acredita que o Mundo Verde irá atender a esta crescente demanda com a experiência de quem atua há 21 anos neste segmento no Brasil. “Além disso, vai trazer diferenciais ao mercado português, com a oferta de novos produtos e um varejo interativo, onde o cliente pode compartilhar seus ideais com a nossa proposta de estilo de vida”, acrescenta. “Escolhemos Portugal como porta de entrada devido à facilidade da língua e de legalização dos produtos brasileiros, que é a menos burocrática da Europa", afirma o sócio-fundador e diretor de expansão da rede, Elísio Joffe. Segundo este, a entrada do Mundo Verde em Portugal vinha sendo estudada há mais de três anos. “Pesquisas confirmam que Portugal é um mercado com grande potencial, mas somente agora encontramos os parceiros ideais”, destaca Joffe.
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